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As 29 medidas da NHL para voltar aos treinos

A NHL (a mais importante liga de hóquei no gelo do mundo) revelou esta segunda-feira que vai entrar na Fase 2 de retorno à competição, a fase que implica voltar aos treinos de hóquei. Este plano de regresso à competição prevê três etapas distintas e o dia de entrada em funcionamento desta Fase 2 ainda é desconhecido. A CBS adianta que será no início de junho. No entanto, com este comunicado, a NHL tornou patente o que é obrigatório, o que está permitido e o que é proibido para se voltar aos treinos. 

Ainda não há notícia de que o hóquei em patins não profissional possa voltar aos treinos. E muito menos de que forma isso pode acontecer. No entanto para que clubes, jogadores e associações possam ir antevendo o futuro, listámos as 29 medidas principais que a NHL tornou públicas. E, sim, temos noção que algumas são impraticáveis na realidade portuguesa. 

29 medidas para voltar aos treinos de hóquei

1 – O retorno aos treinos é sempre voluntário. Nenhum clube pode obrigar um jogador a voltar. 

2 – Se os jogadores tiverem voltado do local onde fizeram o confinamento para a localidade onde o clube tem as suas instalações desportivas por avião, comboio ou outro transporte coletivo devem observar uma quarentena de 14 dias antes de entrarem nessas instalações desportivas. 

3 – Os jogadores devem abster-se de deslocarem-se de automóvel em grupo. 

4 – Antes de voltarem aos treinos, todos os jogadores e restante pessoal envolvido deve ser testado. Se tal não for possível, os elementos não testados devem observar uma quarentena de 14 dias antes de entrarem nas instalações desportivas do clube. 

5 – Antes de voltarem aos treinos, o clube deve organizar um workshop online e obrigatório sobre os processos e condutas dentro das instalações desportivas. 

6 – Antes de começarem os treinos, todos os jogadores devem ser avaliados com um conjunto de testes médicos, nomeadamente um questionário sobre o seu historial clínico, eletrocardiograma e um questionário relacionado com o Covid-19.

7 – Sempre que houver um treino e nunca mais de duas horas antes de este começar deve ser retirada a temperatura e feito a rastreio a outros sintomas a todos os jogadores. 

8 – Se um jogador apresentar algum sintoma de Covid-19 deve informar o departamento médico de imediato. Este departamento médico deve agir em função do protocolo estabelecido pelas autoridades.

9 – Os jogadores podem ser agrupados em grupos de treino de seis jogadores, desde que mantenham o distanciamento social.

10 – Os jogadores podem ter tempo de treino na pista, desde que façam exercícios sem contacto físico.

11 – Os jogadores podem fazer atividades de ginásio de forma isolada. 

12 – Os treinadores podem observar, mas não podem participar nas sessões de treino ou entrar na pista. 

13 – Os grupos de treino devem ser sempre os mesmos. Em caso de infeção, é mais fácil identificar a cadeia de transmissão. 

14 – Cada jogador terá um horário de entrada e saída das instalações do clube, de utilização da pista e do ginásio. 

15 – Os jogadores devem tomar banho em casa.

16 – Só os médicos, assistentes clínicos e fisioterapeutas podem interagir diretamente com os jogadores.

17 – Os diretores, team managers e restante pessoal não pode ter contacto direto com os jogadores ou com o departamento médico. 

18 – Os media, agentes desportivos, massagistas, quiropratas e familiares estão proibidos de entrar nas instalações do clube.

19 – O distanciamento social deve ser a regra em toda as circunstâncias, à exceção de solicitações do departamento médico.

20 – Todos os agentes envolvidos devem usar máscaras e luvas (excetuando os jogadores e só quando estiverem em treino).

21 – As saunas e banhos turcos estão proibidas. 

22 – Todo o material de treino deve ser devidamente limpo entre cada sessão de treino. 

23 – Águas, líquidos e suplementos só podem ser distribuídas em embalagens individuais e identificadas com o nome de cada jogador. 

24 – As toalhas só podem ser usadas uma vez. Após cada utilização têm de ser lavadas. 

25 – A infra-estrutura desportiva deve estar abastecida de água e sabonete, disponível através de mecanismos que dispensem a utilização das mãos. Devem existir luvas, lenços de papel e toalhitas anti sépticas disponíveis na cabina, na pista e no ginásio. 

26 – A infra-estrutura desportiva deve ser limpa e desinfetada de acordo com as boas práticas indicadas pela autoridades competentes, antes do início do dia de treinos, sempre que há um intervalo entre utilizações e no final de cada dia de treinos. 

27 – Na medida do possível, todas as portas das instalações desportivas devem ser de abertura automática, sem recurso a manipulos.

28 – Os jogadores devem manter-se em casa e abster-se de passar tempo social juntos.

29 – Cada clube deve nomear um responsável pela higiene que supervisionará todas as ações recomendadas e obrigatórias pelas autoridades competentes. 

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